Dicas

 
 
 
 
 
 
Doença sistémica provocada por um parasita microscópico protozoário (leishmania infantum)
Transmissão é feita por uma picada de mosquito (género Phlebotommus) mosquito muito pequeno (2,5 a 3mm), atravessam os mosquiteiros, peludos com 2 asas e não zumbem. Encontram-se em áreas rurais, áreas arborizadas nas cidades (jardins e parques) e locais com águas paradas.

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Não. Esta situação é resultado da imunidade mediada celular e humoral de cada animal.
Após a infecção, alguns cães controlam o parasita e não manifestam sinais de doença durante anos ou mesmo durante toda a vida.
No entanto estes animais podem transmitir o parasita ao vector (mosquito), sendo por isso portadores
 
 
 
 
 
O quadro sintomatológico observado é muito variável dependendo de múltiplos factores, entre os quais destacamos: o estado imunitário do cão, a fase evolutiva da doença, o parasita e os órgãos afectados.
Podem encontrar-se lesões em praticamente todo o organismo.

Lesões do tecido muscular, do osso e das articulações
Clausdicações (coxeiras)
Enfraquecimento dos membros
Atrofia muscular generalizada com emagrecimento
Lesões da pele e anexos das musosas
Alopécia (falta de pêlo) e seborreia seca (descamação tipo "caspa") que se distribui pela cabeça (zona periorbital, focinho, pavilhões auriculares), saliências ósseas, extremidades dos membros e ponta da cauda. A pele fica mais espessa nas zonas sem pêlo e nas almofadinhas plantares.
 
 
 
O seu Médico Veterinário decidirá qual o exame que melhor se ajusta ao seu animal, consoante o tipo de lesões presentes.

Exames possíveis:
Punção de Medula Óssea
Punção de Gânglio
Citologia aspirativa de nódulos da pele, articulações, baço e fígado
Biopsia de pele
Serologia (análise sanguínea que quantifica a quantidade de anticorpos)
PCR (detecta a presença de DNA de Leishmanias na medula óssea ou outros tecidos)
Fig que diz Leishmanias no interior de um macrofago e a legenda pode ser exactamente essa.
 
 
 
 
 
Sim, no entanto o risco é pequeno e são raros os casos existentes, excepto em pessoas com problemas imunitários.
Deste modo podemos dizer que a Leishmaniose é uma Zoonose (doença que se transmite ao homem), logo é uma doença preocupante ao nível da saúde pública.
Perante a realidade de um cão com Leishmaniose, só existem 2 alternativas: ou proceder à eutanásia, ou instituir uma terapêutica e vigilância veterinária.

Se, de forma isolada, o abandono de um cão é um acto condenável, já é criminoso quando contempla um cão com Leishmaniose, pelas questões de saúde pública inerentes.
Além disso um proprietário que nigligencie o tratamento do seu animal, é igualmente condenável uma vez que o animal sem tratamento tem maior probabilidade de transmitir a doença.
 
 
 
Esta finalmente disponível a vacina contra a Leishmaniose Canina, após 20 anos de estudos levados a cabo por cientistas de renome com recurso à mais avançada tecnologia. Com esta nova vacina podemos aumentar o nível de protecção do seu cão.

O seu Veterinário Assistente conhece a história do seu cão e é por isso a pessoa mais habilitada para o aconselhar sobre uma protecção optimizada contra esta doença.

Antes do aparecimento desta vacina, a prevenção contra a Leishmanioseresumia-se a proteger o seu cão contra a picada do mosquito (flebótomo), através de repelentes (coleiras, pipetas) próprios para animais ou reduzindo ao máximo a sua exposição, recolhendo-o ao entardecer e amanhecer (período de maior actividade dos flebótomos).

Hoje em dia, já dispomos de outro nível de protecção com a vacina Canileish.
Consulte o seu Médico Veterinário e informe-se sobre a nova vacina contra a Leishmaniose Canina.
 
 
 
 
 
Só a fêmea do mosquito é que pica e adquire os amastigotas.
É mais activa no crepúsculo e ao fim da tarde.
No intestino do mosquito multiplicam-se (promastigotas)
Pela picada do mosquito passam ao cão.
No cão infectado, multiplicam-se nos macrófagos (glóbulos brancos) e distribuem-se pelos orgão hematopoiéticos, especialmente pela medula óssea. Podem também migrar para a pele, fígado, aparelho digestivo, coração, articulações, prostata, etc. Esta disseminação é diferente de animal para animal.
 
 
 
Sim, tem tratamento...porém não tem cura!

A resposta ao tratamento é variável para cada animal. Dependendo do tipo de lesões e da fase da doença em que se encontra.

Num cão sujeito ao tratamento não se consegue a eliminação total dos parasitas, mas somente uma diminuição dos sintomas, podendo ficar curado clinicamente, mas portador de leishmania.
Apesar do tratamento podem existir recaídas ou reinfecções o que obriga a controles periódicos e por vezes a novos tratamentos.
 
 
 
 
 
Compreende-se por período de incubação como o tempo de intervalo desde a infecção até à manifestação dos primeiros sintomas, podendo ir de um mês a dois anos.
 
 
 
Podemos encontrar esta doença em vários Países da América Latina e Países da região mediterrânica como Portugal, França e Itália, etc.